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Cotidiano: setembro 2016

Pequenas doses do meu cotidiano, as 6 melhores fotos do mês, com o que teve de mais bonito, mais legal e mais amor. Faz o favorzinho de me adicionar lá no Instagram (@adriellysato) para acompanhar todas as fotos! :)

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um.
eu não sei andar de bicicleta, mas ainda sei pular corda e bambolear (essa palavra existe?), então parece que está tudo bem.

dois.
se eu vou para o centrão, tenho que obrigatoriamente parar ali no Hoog Deli para uma cafezinho. mas como você sabe, em setembro eu não tomei café, então dessa vez, tomei mate batido com limão que estava deliciosamente apropriado para o dia ensolarado em questão.

três.
quando eu vejo cerejeiras floridas, sinto um risinho bobo no coração. mas, quando eu vejo ipês amarelos, me dá uma felicidade assim tão louca que não dá nem pra explicar. talvez seja a época do ano, talvez seja a primavera trazendo um calorzinho, talvez seja porque flores amarelas me trazem lembranças boas e é bom ver a cidade inteira enfeitada assim.

quatro.
nunca pego as balas que me oferecem no Uber, mas quando vi essa embalagem-de-morango-coisa-mais-linda-com-sabor-de-infância, tratei logo de pegar umas 5, porque né.

cinco.
quando digo que (literalmente) a grama da casa do vizinho é mais bonita que a minha, é verdade. mato é aquela coisa que nasce onde não precisa, quando ninguém convidou, tipo no gramadinho aqui na frente de casa. porém, como sou uma pessoa que gosta de parecer otimista, arranquei as florzinhas de dente-de-leão, coloquei num ex-pote de molho de tomate, trouxe aqui para a minha mesa e, em uma semana, ficamos íntimas. descobri até que florzinhas de dente-de-leão dormem à noite, quem diria.

seis.
você sabia que o nome desse modelinho de tênis da Adidas se chama Adria? e eu tenho a impressão de comprei ele por só causa disso, me senti homegeada, aquelas. mas só agora, uns 4 anos depois, virou meu preferido de toda vida.

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Categorias: O cachorro Paçoca

Catioríneo

Eu vivo comentando por aqui todas as peripécias que enfrento para oferecer mais conforto e segurança ao Paçoca, mas acho que hoje, no Dia do Cachorro, é um dia bem apropriado para eu falar um pouquinho mais sobre isso né? À convite da BitCão vim contar um pouquinho da minha experiência com o Paçoca. :)

Se você não sabe, vou contar a história desde o começo. Se prepara, puxa a cadeira, pega uma xícara de café que a história é longa! haha

O Paçoca tem pouco mais de 5 anos de idade e veio morar comigo quando era bem filhotinho, acho que tinha uns 45 dias. Fazia pouco tempo que a Dolly, a poodle que estava comigo desde meus 9 anos, tinha ido para o céu dos catioríneos e a ausência dela tinha me deixado bastante chateada. Quando vi que estavam doando uns cachorrinhos aqui pertinho de casa, nem pensei duas vezes.

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Logo no primeiro dia, eu já tinha percebido que o Paçoca era um cachorrinho mais quietinho e medroso. Em todas as experiências anteriores, quando eu trazia um cachorrinho aqui pra casa, em menos 5 minutos o bichinho já tava zanzando pela casa, bem independente e faceiro. O Paçoca não era assim, ele ficava mais receoso, quase não saía de perto de mim e não queria explorar o novo ambiente. No início, achei isso ótimo pois “quem não quer um cachorrinho comportadinho, que não fica querendo revirar a casa de ponta cabeça, né?”. Quando eu levava ele na pracinha, eu podia deixar ele solto pois ele nunca, nunquinha saía de perto e eu também achava isso ótimo!

O problema é que eu só comecei a levar o Paçoca para passear depois que ele tinha terminado de tomar todas as vacinas, que foi lá pelos 4 meses. Eu achava que não podia sair antes das vacinas, o que agora eu sei que pode (e deve) desde que você carregue ele no colo para evitar contaminação. E que é muito importante fazer a socialização do cachorro com pessoas, animais e barulhos antes dos 2 meses, coisa que eu também só fui descobrir beeem depois.

Na época que eu levava ele na pracinha, aconteceram diversas situações traumáticas pro Paçoca, por exemplo:

1. Uma vez tinha uma menininha de uns 9 anos de idade que queria brincar com o Paçoca. Mas ela era tipo a Felícia, que ficava segurando o bicho de qualquer jeito, apertando/abraçando/esmagando o coitado. Até a hora que eu vi o Paçoca mostrar os dentes e ele nunca mais quis que uma criança chegasse perto dele.

2. Outra vez, chegou uma mulher na pracinha com os cachorros todos soltos, era um Golden e dois Bulldog Inglês. Os cachorros eram muito, mas muito maiores e vieram correndo, quase galopando em direção ao Paçoca que ficou a-ter-ro-ri-za-do com a situação. Nunca mais ele deixou um cachorro se aproximar dele.

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Resumo da ópera: Um cachorro medroso que não foi socializado na época certa e de maneira adequada, se tornou um cachorro extremamente desconfiado que usa a agressividade para afastar as coisas que ele tem medo. Quando eu digo “agressivo”, é agressivo MESMO. Se uma pessoa estranha chegar perto dele é 100% certo de que ele vai morder e atacar, não existe nem chance da pessoa mostrar que veio em missão de paz. :S E aí, minha gente, isso é algo que venho tentando resolver desde então:

TENTATIVA 1:
A primeira coisa que fiz foi levar o Paçoca para castrar, lá pelos 6 meses. Eu tinha ouvido falar que isso poderia atenuar a agressividade já que ele seria menos territorialista. Para a agressividade, isso não fez lá muita diferença, mas a vantagem da castração quando é bem novinho é que ele não fica fazendo xixi para demarcação e não levanta a pata de trás, fazendo xixi somente no chão (e não na parede).

TENTATIVA 2:
Logo após a castração acabei me interessando pelo adestramento. Nessa época, que foi mais ou menos quando o Paçoca tinha uns 8 meses, eu chamei um adestrador profissional para conversar. O cara era muito bom, ele trabalhava adestrando os cães da polícia militar e conseguiu ficar amigo do Paçoca em menos de 3 minutos. Ou seja, o cachorro passou de “quero te matar” para “fique à vontade, a casa é sua” em menos de 3 minutos (!!!). Porém, na época, pagar R$75/aula (uma aula por semana) ficava um pouco pe$ado pra mim e acabei desistindo da ideia. :(

Daí eu resolvi ensinar as coisinhas por conta própria e, sim, houve uma época em que eu fiquei absolutamente obcecada pelo assunto. E foi nesse período que eu consegui ensinar quase todas as coisas que o Paçoca sabe fazer hoje. Segue a lista de truques completa e atualizada:

– Sentar
– Deitar
– Rolar
– Dar a pata
– High-five
– Levar um tiro ou fingir de morto
– Girar no sentido horário e anti-horário
– Ficar esperando
– Ir para a cama dele
– Passar entre as minhas pernas fazendo um 8
– Procurar algum objeto que eu escondi
– Trazer um brinquedo quando eu falo “cadê o osso?”
– Devolver a bolinha que ele foi buscar
– Comer somente depois que eu falar “pode”
– Não comer ou não pegar um objeto se eu falar “não”

Você pode ver um vídeo aqui. Vou tentar fazer um novo vídeo com melhor qualidade e com mais truques, me mande mensagem de motivação. ;)

TENTATIVA 3:
Quando o Paçoca tinha uns 3 anos, resolvi contratar um adestrador novamente para resolver especificamente o problema da agressividade. Aprender comandinhos e truques era legal, mas de que adiantava o Paçoca saber fazer tantas coisas se eu não podia mostrar pra ninguém e se ninguém podia chegar perto, né? Peguei o contato de um cara num pet shop aqui perto de casa, ele cobrava R$25/aula e vinha duas vezes na semana. Fizemos aulas por 3 meses e eu simplesmente não vi melhora alguma. Foi aquele típico “barato que saiu caro”! Pra você ter uma ideia, em 3 meses o cara não conseguiu “ficar amigo” do Paçoca. O cachorro até tolerava ele, mas tinha que ficar longe, quase de castigo no outro canto do quintal. Isso me deixou bastante frustrada pois eu não sabia se isso era incompetência do cara ou se era porque o Paçoca não tinha mais solução.

TENTATIVA 4:
Agora com 5 anos, resolvi fazer uma nova tentativa com um novo adestrador, optei pela Cão Cidadão pois leva o “nome” do Alexandre Rossi na empresa e achei que isso poderia ser um parâmetro de qualidade. Eu estava bem cética e com o pé atrás por conta da experiência anterior. Mas na segunda aula, o Paçoca já tinha virado amigo do Maurício (hoje em dia eles são BFF haha). Após 4 meses de treinamento, ainda estamos longe do comportamento ideal, mas já tivemos alguns avanços. Posso levar o Paçoca na pracinha, com várias pessoas, crianças brincando e outros animais por perto e ele fica bem tranquilo e relaxado. Ainda não dá para as pessoas se aproximarem ou encostarem nele, mas acredito que seja questão de tempo e paciência para ele começar a tolerar e superar cada vez mais seu medo e perceber que as pessoas/animais ao seu redor não são ameaças. :)

Por que eu estou contando toda essa história? Porque durante todos esses anos várias pessoas (que viram o trabalho que o Paçoca me dá) já comentaram comigo:
– Nossa, o Paçoca tem muita sorte de ter uma dona como você! A maioria das pessoas já teriam o abandonado, se livrado dele! Ninguém ia ter tanta disposição para resolver esse problema!
– Como assim?

Muitas pessoas não analisam com atenção todos os problemas que um animalzinho pode trazer. Eu mesma não analisei quando decidi trazer o Paçoca pra casa. Claro que eu sabia que adotar um cachorro exigiria algumas responsabilidades como cuidar da higiene e limpeza, cuidar da alimentação, dar atenção e carinho ao animal, etc. Mas nunca tinha passado pela minha cabeça que eu pudesse ter que resolver outro problema bem mais difícil e complicado como a agressividade. É algo que a gente não prevê, mas se o problema aparecer temos que ter o compromisso de resolver a situação. Abandonar o animal na primeira dificuldade não pode ser considerada uma opção.

Quem convive comigo sabe que, pra mim, não é nada fácil lidar com um cachorro anti-social. É uma preocupação constante, muito desgaste físico e emocional, fora os gastos financeiros. Apesar de tudo isso, eu sei que tenho um cachorro extremamente fiel e companheiro, que está sempre disposto a brincar e interagir comigo, que espera ansiosamente pela minha chegada, que só enxerga minhas qualidades e gosta de mim acima de qualquer coisa. E tudo isso compensa o esforço que tenho feito para melhorar a qualidade de vida, tanto minha quanto a do Paçoca.

Cuidar de um animal é isso, o amor incondicional precisa vir dos dois lados. Se não for assim, nem comece. ;)

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Categorias: Pessoalidades

Tá sumida

Faz quase um mês que não apareço por aqui, não é mesmo? Aí, você me pergunta:
– O que você anda fazendo, menina?

Vou te contar tudinho, mas vamos por tópicos (porque eu amo tópicos):

Tópico 1: Na Terra do Mickey

Mês que vem irei viajar para a terra do Mickey e, eu simplesmente já montei o roteiro inteirinho de cada um dos 18 dias que estarei lá. Eu não sei quando essa obsessão em planejar cada detalhe da viagem começou em mim, só sei que não consigo ser de outra forma. Me falaram que planejar tantos detalhes assim acaba tirando a graça e surpresa de ver o lugar ao vivo, mas eu prefiro pensar que a viagem começa no planejamento e a cada pesquisa, a cada post que leio sobre determinado lugar, é como se eu já estivesse lá. E pra mim, isso é quase tão incrível quanto a viagem em si.

viagem via shutterstock
planejar é viajar | via shutterstock

Tópico 2: Obsessão, porque sim

Faz um tempão que eu comecei a pesquisar a possibilidade de renovar meu equipamento fotográfico e, com a viagem cada vez mais próxima, a possibilidade se tornou bem mais palpável. E aí, minha gente, a obsessão me pegou daquele jeito e ocupou boa parte das minhas noites. Essa coisa de ficar pesquisando qual equipamento tem o melhor custo-benefício, quais lentes comprar, me deixou com vontade de estudar (novamente) sobre a fotografia em si. Não sei se isso acontece com você também, mas quando resolvo me enveredar por algum assunto, eu vou longe. Eu realmente fico obcecada. Comigo não tem essa de estudar um pouquinho por dia, todos os dias. Comigo é mais ou menos assim: eu passo umas 2 semanas, freneticamente, lendo, pesquisando, absorvendo toda informação que eu consigo encontrar pela frente e depois, passo uns bons anos, sem estudar mais nada. No bom estilo, 8 ou 80. Eu sei que isso não é o ideal, mas a imersão é tanta que, normalmente. eu saio desse intensivão graduada em algum hobby novo, haha.

Tópico 3: You better work, b**ch

Se tem viagem, tem férias chegando. E se tem férias chegando, tem trabalho dobrado. Todo ano é assim, se você já está aqui há alguns anos já cansou de ver essa história. Acho que essa é uma das poucas desvantagens de trabalhar por conta própria. Não dá para simplesmente desligar o computador e ir curtir seu descanso. Você tem que se organizar (com bastante antecedência) para entregar todos os projetos antes das férias e, muitas vezes, isso acaba resultando em trabalho frenético por algumas semanas. Mas tudo bem né, a vantagem de eu poder escolher quando vou tirar as férias, sem um chefe me olhando como se eu estivesse cometendo um crime, já compensa todo o esforço.

trabalho via shutterstock
work work work | via shutterstock

Tópico 4: New achievement unlocked: gastrite

Porém, todo esse trabalho, cobranças, café, ácido acetilsalicílico, preocupações e insônias me presentearam com uma bela gastrite. Não foi nada assim muito grave, nada que um pantoprazol não resolva. Mas, a parte triste disso tudo é que precisei dar um tempo no café. E acho que, a essa altura do campeonato, você já percebeu o quanto eu amo café né? E já deve imaginar que eu estou em crise de abstinência (tipo viciado em clínica de reabilitação), e toda vez que passo em frente à uma cafeteria, cai uma lagriminha de auto-controle e outra de saudade.

Tópico 5: Ritual de beleza atualizado com sucesso

Já que eu tinha que marcar uma consulta com gastro, por que não aproveitar e marcar também a consulta com a dermatologista que eu estava adiando há séculos, não é mesmo? Agora, além de remédios pro estômago, também tenho todo um novo e complicado ritual de beleza para seguir (não estou acostumada com essas coisas, não!), sabonete facial 2 vezes ao dia, cremes que deixam a pele ardendo, shampoos especiais, protetor solar 3 vezes ao dia, até quando não tem sol, até quando não boto a cabeça pra fora de casa. Aliás, falando em protetor solar, que preços absurdos são esses, noventa golpitos num tubinho de 50g eu tô é morta.

meu sonho era que o Paçoca fosse quietinho assim haha via shutterstock
meu sonho era que o Paçoca fosse quietinho assim haha | via shutterstock

Tópico 6: Paçoca versus O Veterinário

Se não bastassem todas essas coisas que já listei, também inventei de levar o Paçoca no veterinário. Uma coisa muito simples de se fazer se ele não fosse um bicho transtornado com a vida. Levar o Paçocassauro no veterinário significou: 3 semanas de treinos intensos para dessensibilizar o cachorro no ambiente/mesa do veterinário, treinos diários para dessensibilizar o uso da focinheira, muitos pacotes de doguitos, 48 salsichas, 2 injeções no bumbum, porém zero traumas. We are the champions, my friends! – Aguarde o próximo capítulo: Paçoca versus A Máquina de Raio-X.

Tópico 7: A vingança do vizinho

E, pra fechar com grande estilo, meu vizinho resolveu se vingar de todas as (muitas) vezes que o Paçoca deu de latir nas manhãs de domingo. Não sei como ninguém veio bater aqui em casa para se queixar disso, mas caso acontecesse, minha resposta seria: veja bem, querido vizinho, é que o Paçoca estranha esse silêncio todo de manhã, fica preocupado e resolve perguntar se “está tudo bem?” para a vizinhança inteira. De qualquer forma, acho que agora estamos quites. Meu vizinho resolveu reformar o quintal e todo fucking dia, me acordam às 7h da manhã, em ponto, com a sinfonia orquestrada de furadeiras, marretas e pedreiros com suas playlists de clássicos da música brasileira.

Perguntou, eu respondi, ué! :D

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Cotidiano: agosto 2016

Pequenas doses do meu cotidiano, as 6 melhores fotos do mês, com o que teve de mais bonito, mais legal e mais amor. Faz o favorzinho de me adicionar lá no Instagram (@adriellysato) para acompanhar todas as fotos! :)

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um.
eu finjo que estou levando o Paçoca para passear e o Paçoca finge que está socializando com a galera da praça, mas a verdade é que vamos apenas para fotografar as flores.

dois.
você sabia que selfie passa a se chamar self-portrait quando você coloca uma máscara de coelho na cara? aham.

três.
você sabia que selfie é permitido quando você se sente mais iluminada que um sábado ensolarado? sim, sim! :)

quatro.
quando eu digo que só gosto de pêra do tipo williams, me chamam de fresca, mas cês já comeram pêra williams?

cinco.
às vezes, me esqueço das tatuagens que fiz no braço, e quando por ventura dá uma esquentadinha e meu braço pode ficar assim fresquinho, sempre levo um mini sustinho de amor. ai como eu amo esse pássaro.

seis.
toda semana é uma batalha para manter minhas plantinhas saudáveis, tem vezes que eu acho que estou dando água de menos, tem vezes que tenho certeza que estou dando água demais. pensei em levar meu vaso lá na floricultura para um atendimento de emergência, mas acontece que morro de vergonha de registrar minha total falta de habilidade com as folhinhas. o orgulho, sabe, sempre ele.

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Tem produtinhos que são tão maravilhosos que fui obrigada a falar sobre eles aqui:

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Mask of Magnaminty – Lush

Vamos começar por ele. Quando entrei na loja da Lush, queria levar tudo pra casa, haha. Só não levei porque dinheiro ainda não dá em árvore e não tô podendo né, mores. Então tive que escolher as coisas a dedo, comprei só o que eu já tinha ouvido falar. E essa máscara com certeza está no topo dos produtos da marca mais comentados pela blogosfera brasileira.

Na verdade, eu nem tinha tantas expectativas sobre o produto, mas sempre quis usar máscara verde no rosto, uma coisa meio madame-não-tenho-problemas-na-vida, sabe? Aí, que comecei a usar e não-sei-como-sobrevivi-tanto-tempo-sem. O cheiro é bem forte e mentolado, suuuuper refrescante, no inverno precisei ser corajosa (sou dramática, tá) e acredito que no calorzão do verão seja a coisa mais deliciosa/fresquinha da vida. Enquanto espera a máscara agir e secar, você fica com uma aparência bem esquisitinha, já que é uma pasta verde, cheio de bolinhas que parecem mais tatuzinho de nariz. Eu uso 1 vez por semana, antes de tomar banho, porque acho mais prático retirar o produto com a água quentinha do chuveiro. Eu saio do banho quase uma nova pessoa, com o rosto mais lisinho, os poros mais contidos e, tenho a impressão, de que o tom da pele fica um tiquinho mais claro e uniforme. Pode comprar sem medo.

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Água micelar – Bioderma

Pra mim, funcionou super bem como demaquilante. Quando vi a primeira vez, achei que fosse uma águinha besta fraquinha, que não ia resolver muita coisa. Comprei mais para usar como um tônico de limpeza do que para retirar a maquiagem em si.

Mas a danada consegue retirar tranquilamente meu delineador líquido (que depois que seca fica meio “plastificado” e dura que é uma beleza) e o rímel da Maybelline, sem fazer sujeira e esfarelar na cara inteira (mais importante, sem arrancar os poucos cílios que tenho). A única coisa que ele não retira direito é o lápis de olho da Tracta (o Carbon Black), na linha d’água, sabe-se lá o porquê. Mas eu tolero essa pequena falha, porque o restante da maquiagem sai de maneira suave e favorável, sem encher minha cara de óleo. Então está perdoado! Futuramente, pretendo testar o da L’Oréal para poder comparar a eficiência e também por questões de preço. Enquanto isso, sigo firme com a Bioderma, minha queridinha.

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Hidratante facial Timewise – Mary Kay

Demorei pra encontrar um hidratante para o rosto tão perfeitinho quanto esse.

Pra começar, a textura é bem levinha, daquele tipo fácil de espalhar, que você passa e, no minuto seguinte, o rosto já está com o toque suave (nada grudento). Não tem cheiro nenhum, então não enjoa, não te deixa tonta. E o mais importante, você sente que hidratou alguma coisa ali, que fez diferença, que está funcionando. Sinto que minha pele fica mais uniforme, com os poros discretos e com um brilhinho de saúde. Uso todos os dias, à noite, depois do banho. No inverno, uso também antes de passar a maquiagem. :) Está mais do que recomendado!

Quais produtinhos para o rosto que você ama? Conhece outros produtos com propostas semelhantes aos indicados no post que você acha tão bom ou melhor? Conta pra mim aqui nos comentários! :)