A parede mais bonitona

Como você já deve ter visto, estou completamente DES MAI A DA de tanta emoção! Lembra que tempos atrás eu disse que queria montar uma “gallery wall”? Pois bem, acredite se quiser, aqui está:

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Sim, gente! Eu consegui! Venci o bloqueio, criei coragem, respirei fundo e agora, toda vez que eu olho pro lado, vejo só bonitezas por aqui! Hahah

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Eu quis fazer algo simples (na medida do possível) pois o medo era tanto, que o mais sensato era simplificar né? Não adianta ficar querendo inventar moda e acabar dando tudo errado. Optei por começar com a parede onde fica meu “home-office”, pois é uma área mais limitada e, na minha cabeça, mais fácil de trabalhar (a outra parede, aquela que é cinza onde fica minha cama, ficará para um próximo capítulo dessa novela).

Outro ponto importante é que eu não queria comprar as imagens/posters. Como era a primeira tentativa, eu não queria investir nisso porque a pressão seria maior. O raciocínio seria mais ou menos assim: se eu gastar dinheiro comprando a arte, obrigatoriamente, eu deveria conseguir um resultado incrível na parede e eu não poderia enjoar da arte tão rápido. Ou seja, muito arriscado né! Por isso, optei por utilizar apenas imagens “free”.

Passei algumas noites “caçando” freebies por aí. Essa blogosfera maravilhosa não deixou a desejar, encontrei muita coisa bacana, bonita e bem-feita. Dica da alegria: procure por “wall printable free” lá no Pinterest e divirta-se. :) Depois de ter baixado um monte de coisa, separei aquelas que eu mais gostei e fiz uma simulação no Photoshop de como ficaria. Procurei usar as medidas corretas e mantive as proporções para conseguir visualizar da forma mais “real” possível. Isso me ajudou bastante a escolher quais imagens fariam parte da composição, assim como foi possível prever como ficaria a paleta de cores e o tamanho de cada item.

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É importante manter alguma coisa em comum, que “conecte” todas as imagens e crie uma unidade visual entre elas. No meu caso, utilizei predominantemente os tons preto e branco, com alguns elementos florais e um pouco de cor de rosa. Escolher uma imagem grandona e ir variando os tamanhos das demais, ajuda a criar “contraste” e obter uma composição mais rica e dinâmica.

Caso você se interesse, abaixo deixo os links para download das imagens e posters que eu usei:

Life is short // Joy to the world // Change is good // Menina morango // Whatever is lovely // What if I fall // Stripes // Love // &

O próximo passo foi imprimir as imagens. O ideal é fazer isso numa gráfica digital porque além de ter mais qualidade (do que imprimir em casa), também é possível fazer impressões em formatos maiores (A3, A2). Se você for daqui de Curitiba, eu recomendo a Tecnicópias – o atendimento é meio devagar, mas a qualidade da impressão é boa. Para imprimir tudo, o custo foi de R$20. :)

Para dar um “acabamento” mais interessante na composição, decidi emoldurar as minhas imagens preferidas, que provavelmente não irão sair da parede tão logo. Comprei as molduras na TokStok, pois foi o único lugar nessa cidade onde eu encontrei esse modelo mais básico, liso, preto e branco, sem nenhuma firula. As molduras A5 custaram R$12,90/cada, a moldura A3 custou R$24,90 e a moldura maior custou meu rim R$89,90. O bom de fazer esse mix “com moldura” e “sem moldura” é que fica muito mais fácil de ir atualizando/mudando as imagens depois.

Pronto, finalmente, chegamos na parte mais “tensa”: colocar a mão na massa e, o mais importante, não fazer “xaxixo” na parede! hahah Basicamente, segui a simulação que eu tinha feito no computador (e acendi 3 velas para os deuses do D.I.Y.). Primeiro, coloquei tudo em cima da minha cama, mais ou menos, da forma como seriam coladas na parede. Aí fiz alguns moldes de papel para marcar a posição na parede dos principais quadros. Nada glamuroso, mas muito útil!

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O mais correto é começar grudando o maior quadro pois é ele que vai comandar todo o resto. Eu comecei grudando aquela imagem que tem as listras pretas porque, se você olhar bem, na minha parede tem um gancho/prego (ali do lado direito da foto) e fiquei com receio de, no final das contas, o maldito acabar no “meio do caminho” e estragar todo meu planejamento. Se sua parede não tiver nenhum empecilho, faça do jeito certo e comece pelo quadro maior! :)

As imagens emolduradas foram coladas com fita dupla face (usei aquela da 3M, para ambiente interno), não precisa encher de fita porque o negócio é potente mesmo! Basta usar a quantidade necessária para o peso da sua moldura. As outras imagens foram coladas com um “tico” de fita isolante e, para não ficarem com as bordas levantadas, usei também fita dupla face normal (dessas de papelaria mesmo).

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Bom, nem preciso dizer que eu estou aqui boquiaberta com o resultado. Juro que eu não imaginava, nem esperava, que fosse dar tão certo! :) E é impressionante como esses quadros deram um toque mais aconchegante ao espaço, a diferença é gritante. As imagens também equilibraram de maneira magnífica a decoração da minha mesa. Se antes, ficava parecendo que tinha um vazio existencial por aqui, agora eu sinto que a decoração está completa, com “sustância”, sabe? Sem falar que elas servem muito bem como um mural de inspiração e frases motivacionais, para dar aquela incentivada na minha rotina. :)

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Depois desse passo a passo detalhado da minha aventura, quero ver ninguém dando desculpinha boba para não se arriscar! hahah Aliás, como diz ali no poster: “Life is short, don’t be lazy”. Então, bora dar um jeito nessa parede que tá aí te chamando! :D

Caminhos e Ingá: mais nostalgia com uma Turma da Mônica reinventada

Eu sou, simplesmente, apaixonada por essa coleção da Graphic MSP. No início do ano, fiz um post apresentando os 3 primeiros livros da coleção, que são incríveis: Magnetar (Astronauta), Laços (Turma da Mônica) e Pavor Espaciar (Chico Bento), caso você ainda não conheça, recomendo muito que vá lá conferir!

Nunca fui muito de colecionar coisas, mas essa série de livros despertou em mim uma vontadezinha doida de ter todos, bem lindos, aqui na minha estante. Como eu já havia comentado lá no outro post, o que mais me atrai nessa coleção é essa tal nostalgia da infância (quando a gente passava a tarde lendo os gibis da Turma da Mônica, depois daquele ritual de ir com a mãe lá na banquinha de jornal, nos domingos de manhã) misturada com algo “novo”, uma releitura, uma reestruturação que atende à um público que “cresceu” e que exige maior refinamento estético.

Em setembro, aconteceu aqui em Curitiba a 3ª edição da Gibicon (um evento que prestigia e incentiva a produção de HQs), e lá, acabei comprando os dois últimos (pelo menos até agora) livros da série: Caminhos (Bidu) e Ingá (Piteco). Vem cá ver que lindezas:

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Caminhos conta a trajetória que levou o Franjinha e o Bidu a se encontrarem e, consequentemente, se tornarem grandes amigos. A história e as ilustrações lindíssimas são de Eduardo Damasceno e Luis Felipe Garrocho. O livro mostra os encontros e desencontros dos dois personagens, além de acompanharmos toda a dificuldade que o Bidu passou nas ruas, enfrentando a fome, a solidão e a falta de proteção. No meio da aventura, nos deparamos com outros personagens que eu nem me lembrava mais, como o Bugu, o Rúfius e o Duque. Aliás, só eu achei que o Duque tá a cara do Paçoca? (veja na segunda imagem aqui embaixo) hahah

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O livro é repleto de sacadas interessantes que me deixaram encantada com tanta criatividade e sutilezas, por exemplo: todos os animais da história não “falam” através da linguagem humana e para contornar isso, os autores usaram o artifício de “criar” uma linguagem própria para eles. Essa “linguagem” utiliza apenas ilustrações (dentro dos balões de fala) que expressam as ideias dos personagens e você consegue entender tudinho. Outra coisa incrivelmente linda é a parte onde a história se passa na chuva. Nessa parte, as ilustrações perdem as cores (que ficam mais “lavadas”), os cenários perdem a nitidez e detalhes e você consegue sentir perfeitamente aquela sensação de desconforto da chuva/molhado.

Fora isso, o estilo da ilustração, no geral, me agrada bastante. No quesito “fofura”, esse livro está ali, tête-a-tête, com Laços (que, pra mim, é o livro mais lindo da série). O livro todo é uma mistura de delicadeza e inocência, ao mesmo tempo que trata assuntos “profundos” como abandono e adoção de animais, parceria e amizade, solidão e aconchego.

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Já, em Ingá, a proposta é completamente diferente. O estilo das ilustrações e a história (criadas pelo ilustrador Shiko) são bem mais masculinas e agressivas, mas nem por isso deixa de ter sua beleza. À princípio, fiquei em dúvida se eu falava ou não sobre esse livro aqui no blog, porque sei que o público talvez não se interesse. Mas daí eu pensei que, se eu mesma me interessei por esse livro, porque não compartilhar né? Sempre tem alguém que pode se interessar ou alguém que não é exatamente o público (assim como eu) e que acaba se interessando depois de ver aqui. :)

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Nesse livro, temos a história do Piteco e da Thuga, com uma boa dose de arqueologia, Nordeste e seres do folclore brasileiro. A história inicia com a seca do rio que obriga a tribo do Piteco a migrar para outra região. Nesse meio tempo, a Thuga é sequestrada pelos homens-tigre, dando início à uma aventura protagonizada pelo Piteco, cheia de mistérios, misticismos e fantasia. Um dos destaques desse livro fica para a criação visual de seres como Curupira e Boitatá, que ganharam outros nomes e se tornaram uma versão bem diabólica e aterrorizante.

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Assim como no Magnetar (Astronauta), a história é bem mais elaborada e complexa que nos outros volumes. E isso eu acho que é um ponto super positivo, porque apesar de Laços, Caminhos e Pavor Espaciar encantarem com a delicadeza, fofura e sutileza das ilustrações, suas histórias são bem mais superficiais e infantilizadas. ;)

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Eu recomendo todos os livros da série! Se você procura algo mais fofo, vá de Laços e Caminhos. Se você quer algo mais descontraído, vá de Pavor Espaciar. Agora, se você procura uma história mais elaborada, com enredo mais bem construído, vá de Magnetar e Ingá.

Ouvi falar que os próximos lançamentos (ainda sem data) serão do Louco, Turma da Mônica II, Astronauta II, Penadinho, Papa-capim e Turma da Mata. Já estou aqui reservando meu dinheirinho, especialmente para os 3 primeiros. :)

Cheesecake de aniversário

Se você é um pouquinho atento, já deve ter percebido que eu vivo comentando sobre o xCake, aqui no blog. Não é pra menos, eu realmente sinto muito orgulho e alegria desse “bolinho” tão especial na minha vida. Poder trabalhar por conta própria, com o que eu mais gosto de fazer e, ainda mais, ao lado de uma pessoa muito importante para mim, é a realização de um sonho. O xCake me permitiu ter a vida que eu sempre desejei, muito antes do que eu esperava.

Como neste mês (novembro), o xCake faz aniversário (yay! 6 anos!), eu não poderia deixar a data passar em branco né? :) Por isso, nada mais adequado do que vir aqui compartilhar uma receita de cheesecake! Sim, depois que eu fiz aquela torta de maçã maravilhosa, fiquei ~ousada e decidi fazer outra receita nível “hard” (não sei você, mas pra mim, cheesecake sempre pareceu algo dificílimo! hahah).

Caso você esteja se perguntando “mas o que é isso, que xCake o que?”, calma que eu explico! O xCake é a empresa de design, que eu e o Pedro (aka. namorado) cuidamos com todo carinho, dedicação e responsabilidade do mundo. Trabalhamos, principalmente, com criação de layouts personalizados para blogs em WordPress, criação de logotipos e identidades visuais. Para saber mais, visite nosso portfolio e curta nossa página no Facebook.

Auto-promoção tá permitido, sim senhor! :)

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Eu sempre achei que era algo de outro mundo, mas na realidade é bem fácil de fazer, olha só! :)

Comece fazendo a massa. Triture no liquidificador (ou processador, se você tiver aí) 130g de biscoito tipo “maisena”. Depois que tiver feito a “farofinha” de biscoito, adicione 80g de manteiga sem sal derretida e 1/2 colher (chá) de canela em pó. Misture bem e cubra o fundo de uma forma (de fundo removível, com 23cm de diâmetro). Vá apertando a massa, contra o fundo da forma, com os dedos até deixá-la uniforme. Deixe o forno pré-aquecendo a 160°C, enquanto faz o recheio.

Na batedeira, misture 600g de cream cheese com 150g de açúcar. Adicione 1/2 colher (sopa) de essência de baunilha e 1 colher (sopa) de suco de limão. Adicione os 3 ovos, um de cada vez. Procure não bater muito, apenas o suficiente para incorporar os ingredientes, ok? Coloque o recheio sobre a massa de biscoito e leve para assar por aproximadamente 45 minutos. O cheesecake estará pronto quando a superfície estiver levemente “seca” e opaca (sem brilho). Espere esfriar bem para desenformar.

Para fazer a calda, numa panela, misture 220g de geleia de morango (ou outra fruta de sua preferência – eu usei essa aqui) e 50ml de água. Leve ao fogo, vá mexendo até a textura ficar uniforme e a calda ferver. Espere esfriar para despejar sobre o cheesecake.

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Essa cheesecake fica super leve, nada doce ou enjoativa e não ficou “alta”, ou seja, do jeitinho que eu gosto! O mais “difícil” é saber a hora certa de tirar do forno, tem que ter um pouco de feeling, mas não é nada assim absurdo! :) Se você tiver outras frutas vermelhas (amora, framboesa, morango) disponível aí, tente fazer uma calda 100% caseira, deve ficar AINDA MAIS deliciosa!! Aff! <3

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Eu estou amando toda essa ousadia em fazer receitas nível “hard”! hahah Está sendo uma ótima maneira de superar alguns bloqueios e perceber que nada é tãããão difícil assim, basta um pouquinho de coragem e atitude. :) E isso tem tudo a ver com o xCake. Se hoje posso comemorar seus 6 anos de atividade, é porque, em algum momento, eu precisei deixar meus medos de lado e dar alguns passos corajosos. E é essa postura que devemos ter em todos os aspectos de nossas vida. ;)

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Veja mais receitas deliciosas e fotogênicas que já passaram aqui no Pequenina Vanilla! :)

Achei bonito #6: vasinho fofo, estampas, portas e nuvens

Na série “Achei Bonito”, trago links, imagens, produtos que me encantaram nos últimos tempos para que você também se encante. Diferente do “5 links para ver neste domingo”, que traz indicações de conteúdos de outros blogs, a ideia aqui é o apelo visual, coisas bonitas que fizeram meus olhos brilharem. ♥

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01. Tem coisa mais fofa e bonitinha que esse vaso-menininha? Tem não! E quer saber a melhor parte? Tem um tutorial em vídeo ensinando como fazer lá no blog Dcoração.

02. Agora, olha essa foto e me diz, o que é essa combinação lindeza de estampas e cores, nessa pegada meio tribal, meio indígena, meio kitsch, meio tudo junto e misturado? Ai. Se você também gamou nessa foto, vai ficar de queixo caído, quando ver as outras fotos lá no Desire to Inspire. :)

03. Não sei absolutamente nada sobre essa porta, quer dizer, sei apenas que ela pertence ao número 628 de alguma rua qualquer. Não sei onde ela fica, a quem pertence, qual a sua história. Mas, achei lindíssima a frase, a tipografia, a composição e esses enferrujadinhos na porta.

04. E, para finalizar nosso momento “suspiração”, uma luminária em formato de nuvem. APENAS. ♥

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Triangle Earrings: um mix de obsessão e inspiração temática

Sabe aquele tipo de coisa que você procura, procura, procura e nunca acha pra comprar? Daí, de tanto que você fica encasquetada com isso, vira questão de honra encontrar e comprar o dito cujo? Pois foi isso que me aconteceu. Mas, primeiro, deixa eu começar do começo. :)

Quando eu desenvolvi essa paixonite pelos brincos geométricos, foi exatamente numa época em que eu estava de saco cheio com a demora das minhas encomendas do eBay. As últimas compras internacionais que fiz, demoraram mais de 5 meses pra chegar. E é aquela coisa, apesar dos preços super em conta, ficar 5 meses esperando por algo que você nem sabe se é, realmente, tudo aquilo que você imaginou olhando numa foto, é de lascar! Nesse momento de desilusão e ódio da alfândega brasileira, decidi que ia dar um tempo de compras internacionais. Até aí tudo bem.

Meio que sem muita pretensão, comecei a procurar por brincos geométricos nas lojas físicas. Procurei aqui, procurei lá…. procurei um dia, na outra semana, no outro mês….. e NUNCA achei o maldito do brinco! Depois de passar uns 8 meses nessa procura, comecei a cogitar a possibilidade de voltar a fazer compras internacionais, porque né, TÁ DIFÍCIL ser feliz com essas lojas daqui viu!

O problema é que estou com a maior preguiça de voltar a fazer todo o processo de comprar e esperar eternamente pela encomenda, ainda mais que já estamos próximos do final do ano (que costuma ser mais demorado por conta do Natal). Por isso, enquanto decido se vale a pena mesmo, dei uma fuçada por aí e selecionei alguns dos modelos que eu mais gostei e que são exatamente do jeitinho que eu queria. Olha só:

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Na verdade, pra ser beeeem sincera, os que eu mais gostei mesmo foram esses do Etsy (os números um, três e seis da montagem acima), feitos de madeira e pintados nessas cores lindas. O preço não é tão tentador quanto os do eBay, mas acho que valem pela qualidade do acabamento e exclusividade. Aliás, alguém sabe me dizer se essas compras do Etsy (ou que não são do eBay, Aliexpress e etc), também demoram para chegar aqui?

O outro tipo que eu gosto muito são esses inteiros na cor preta (os números dois, quatro e cinco da montagem). Veja que esses são bem simples, mas mesmo assim não encontrei em loja alguma! :S Os do eBay estão em torno de R$3, talvez valha a pena arriscar né? :)

Se alguém souber de algum outro lugar que venda brincos nesse estilo, me avisa ali nos comentários, ok?
E se eu resolver arriscar nas compras internacionais, novamente, eu volto pra contar e mostrar minhas aquisições! :)