Dona Flor e Maria Suculenta

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Esses dias estava reparando que eu nunca havia feito um post dedicado exclusivamente às minhas queridinhas suculentas. Eu vivo comentando, em diversas oportunidades aqui no blog, o quanto gosto desse tipo de plantinha, o quanto elas são fofas e, ao mesmo tempo, guerreiras. Elas se tornaram um vício, uma obsessão.

Meu amor por elas começou assim, bem devagarzinho, de forma tímida. Um dia fui na floricultura e me deparei com esse vaso muito bonitinho (esse aqui ó). E como já tinha ouvido falar que era fácil de cuidar, não precisavam de muita água, nem muita frescura, achei perfeito para a minha falta de habilidade. Como dá para perceber, ela era bem diferente do que é hoje, mas tão linda quanto né!

Um mês depois, lá estava eu comprando mais um vaso porque, como você sabe, a obsessão não tem limites né, minha gente! haha A partir daí, virou amor, paixão, obsessão… enfim, suspeito (assim bem de leve) que eu tenha virado ~a louca das suculentas~. Mas, fazer o que né, tem como resistir à essas gracinhas? Acho que não. :)

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Bom, depois disso, acho que você se lembra o que aconteceu. Num dia de muita inspiração e boa vontade, resolvi unir as plantinhas e pintar o vaso de dourado e até mostrei o passo a passo aqui. Ficou lindo, ficou glamour, ficou ryqueza e minha suculenta ganhou nome: Dona Flor. Sim, porque não basta ser ~a louca das suculentas~, tem que dar nomes pras benditas! hahah

Depois de encher a Dona Flor de suculentas, quando não tinha mais nem um espacinho sobrando, não aguentei. Fui lá na floricultura e, incrivelmente, achei um vaso idêntico ao da Dona Flor. Comprei, pintei, e enchi com outras suculentas. Essa foi chamada de Maria Suculenta (ok, não é tão criativo assim, mas eu gostei).

Dona Flor é delicada, meiga, tem um ar sonhador e inocente. Maria Suculenta é super feminina e charmosa, tem um ar elegante e até meio esnobe, mas nunca perde a classe e educação.

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Confesso que nem todas as suculentas sobreviveram em minhas mãos. :/ Quando dizem que é “fácil” cuidar desse tipo de planta, não significa que você pode deixá-las jogadas a sorte. Tem que dosar a quantidade de água (nem muito pouco, nem em excesso), tem que cuidar com a luminosidade do local onde você vai deixá-las e levá-las para tomar um banho de Sol, de vez em quando. Não é nada super complexo, mas tem que se acostumar, pegar o jeito da quantidade certa de água e na quantidade de luz/Sol.

Eu não sou profissional na área e as dicas que irei compartilhar aqui em baixo são baseadas na minha própria experiência. Deram certo com os tipos de suculentas que tenho aqui e pode ser que não seja regra geral. Leve em consideração as dicas, mas também vá observando suas plantinhas. Elas costumam dar sinais pra você. :)

• Água: eu costumo regar 1x por semana. Eu coloco bem pouquinho de água, menos de um copinho de café (desses descartáveis) – mas claro que a quantidade de água vai depender do tamanho do seu vaso. Eu também prefiro colocar menos água e ficar observando a aparência das folhas. Se eu achar que elas estão ficando meio murchinhas, eu vou lá e coloco mais um pouquinho de água. Ou seja, é melhor colocar menos água e ir acrescentando quando precisar, do que encharcar e depois não ter como “retirar” a água.

• No calorzão, várias das minhas plantinhas não sobreviveram. Eu fiquei com receio de colocar água demais e acabei deixando as coitadas desidratradas. Na verdade, se eu tivesse observado o aspecto das plantas, eu teria reparado que elas estavam com sede, mas… vivendo e aprendendo né! haha Portanto, no calor, é preciso aumentar a quantidade de vezes. Eu costumo regar 2x na semana.

• Depois que comecei a deixá-las algumas horinhas embaixo do Sol, tenho a impressão de que o aspecto delas melhorou. Ficaram mais viçosas e algumas até cresceram. :) Eu tento fazer isso, pelo menos, 1x na semana, por umas 2h.

• Se não tiver Sol por perto, deixe-as sempre perto da janela, num lugar com bastante claridade e luz. Normalmente, dependendo da claridade que tiver, nem será necessário deixá-las no Sol. :)

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Tentei pesquisar o nome de cada uma, mas existem um zilhão de tipos diferentes de suculentas, não foi fácil viu! haha Algumas eu não tenho assim 100% de certeza se é esse nome mesmo, então se alguém souber, me dê um toque ali nos comentários, ok?

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01. Ravórtia – Haworthia Fasciata
02. Sedum lucidum
03. Orelha-de-coelho – Opuntia microdasys
04. Echevéria – Echeveria Elegans

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01. Sedum Dendroideum
02. Dedo-de-dama – Mammillaria elongata
03. Planta-jade – Crassula ovata
04. Sedum nussbaumerianum
05. Opuntia cochenillifera
06. Sedum rubrotincum
07. Rabo de burro – Sedum morganianum
08. Coroa de frade – Melocactus zehntneri

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Bom, depois desse post gigante, de duas, uma: ou você deve ter se apaixonado pelas suculentas ou deve estar pensando que eu sou maluca! hahaha Eu espero que você tenha se apaixonado, porque elas são lindas demais! :) Vale a pena incluí-las na decoração do seu home-office. Parece bobeira, mas uma plantinha faz muita diferença na sua mesa!

Quem também coleciona essas plantinhas? Quero ver fotos e também vamos trocar dicas de como cuidar, dicas de decoração, etc! Bora papear aqui nos comentários! :)

Das coisas boas do Pequenina Vanilla

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Sei que parece clichê, que pode parecer um monte de blá blá blá insignificante. Mas é tudinho sincero, ok? Então, senta aí que vem texto cheio de amor e verdades.

Eu inventei de criar um blog em pleno feriado (12 de outubro, como você deve ter percebido), num dia que eu tava à toa na vida, sem nada mais interessante pra fazer. Naquele dia, se a “Adrielly do futuro” viesse me contar que hoje eu estaria recebendo mensagens cheias de carinho e otimismo, que tivesse tanta gente assim interessada no que eu tenho pra compartilhar, eu não acreditaria. Não mesmo!

Claro que quando a gente cria um blog, a gente quer ser notado (quem não quer sucesso, reconhecimento ou visibilidade, faz qualquer outra coisa, menos se expor na internet). Mas, a questão é que eu sempre procurei não me apegar muito (nem criar tanta expectativa) em cima de números, comentários, likes, nem nada disso. O Pequenina Vanilla sempre foi (e será) um blog pessoal, feito por mim e para mim. Pode soar meio egoísta, eu sei. Mas eu acho que só assim a gente cria algo honesto, feito de coração aberto e alma limpa.

A recompensa de blogar por amor é que tudo o que vem do blog é com amor. Eu sei que estou fazendo algo sincero. Tudo o que eu compartilho aqui, todas as minhas opiniões, todas as pautas refletem meus gostos, meu cotidiano e minha vida. Portanto, quando alguém se identifica com o blog, eu sei que é uma afinidade verdadeira, uma afinidade com a Adrielly da vida offline, e não com um personagem que estou inventando. E isso me deixa muito feliz e grata.

Por isso, muito obrigada por permitir que meus dias sejam muito mais bonitos e cheios de cor! :) Sinta-se em casa, pegue uma cadeira, uma xícara de chá e vamos compartilhar bonitezas!

Em comemoração ao aniversário de 3 anos do blog (YAY!), criei um wallpaper pra gente sempre lembrar que gratidão é uma das coisas mais bonitas que existem! Fique a vontade para baixar e usar sempre que quiser!

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DOWNLOAD WALLPAPER

Confira o resultado do sorteio dos presentinhos! Muito obrigada à todos que participaram da pesquisa! :)

Abraçando Patinhas, adoção consciente e guarda responsável

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Minha primeira cachorrinha, a Dolly, veio morar aqui em casa quando eu tinha uns 9 anos. Ela não tinha uma raça definida, mas sei que ela tinha um tanto de poodle ali na mistura. hahah Ela era bem dócil e viveu por 14 anos. Eu não tinha assim muito apego à ela, minha avó era quem cuidava de tudo, dava comida, limpava o quintal, essas coisas. Mas, quando ela se foi, deixou um vazio enorme por aqui. Fiquei extremamente chateada, nem passava pela minha cabeça que eu fosse sentir tanto, mas senti. Doeu, chorei e tentei me acostumar com o silêncio no quintal.

Nessa época, metade de mim queria sair igual uma doida procurando um cachorro pra trazer pra casa e outra metade sabia que isso era uma decisão muito séria. Eu sentia falta de ter um animalzinho aqui em casa, mas também sabia que o fato da minha avó não ter mais tanta disposição assim, fez com que eu tivesse que assumir toda a responsabilidade em cuidar e prezar pela vida desse novo integrante. Optar por trazer um bichinho pra casa deve ser sempre uma escolha consciente e responsável.

Essa é a Dolly! :)

Essa é a Dolly! :)

Depois de muito, muito refletir (depois de 6 meses, mais precisamente), lá estava eu derretida com tanta fofura, tendo que escolher entre 2 filhotinhos, coisas mais lindas do mundo. Um deles era o Paçoca, e aí você já sabe o que aconteceu. Não pude resistir àquelas perninhas curtas e carinha de coitado-por-favor-me-leva-com-você! :)

Cuidar de um cachorrinho traz muitas alegrias e recompensas. Não tem dinheiro que pague o amor que esses animaizinhos depositam na gente. Eles confiam em nós, estão sempre dispostos a nos fazer companhia e nunca é tempo ruim para brincadeiras e passeios. As demonstrações de amizade são sempre honestas, não há julgamentos nem interesses. Eles gostam de nós por sermos nós mesmos, não pelo que a gente tem, nem pela nossa reputação ou status.

Mini-paçoca!

Mini-paçoca!

Por outro lado, eles são seres vivos, que comem, fazem suas necessidades, seguem instintos, aprontam e nem sempre se comportam da forma como a gente gostaria. Parece óbvio né, mas muitos se esquecem desse “detalhe” na hora de levar um bichinho pra casa. O Paçoca, por exemplo, tem sérios problemas de sociabilidade. Ele é extremamente medroso e se torna muito agressivo na presença de estranhos. Essa é a parte chata e complicada da história, mas isso jamais será motivo para eu abandoná-lo. É aqui que entra o compromisso e a responsabilidade que eu assumi no momento em que o trouxe pra minha casa.

O problema é que muitas pessoas não pensam dessa maneira. Na hora do “aperto” ou na primeira dificuldade é que muita gente percebe que não queria e nem estava preparada para assumir esse compromisso. Um compromisso que pode durar 10, 15, 18 anos.

O resultado dessa irresponsabilidade são milhares de cães e gatos abandonados e mal-tratados que dependem de ONGs, como a ABEAC, para sobreviver. A realidade dessas ONGs é árdua e difícil. Amor e boa vontade tem de sobra, mas faltam recursos e estrutura para dar conta de tantos animaizinhos (a ABEAC, por exemplo, cuida de cerca de 1100 cães!). Além disso, a procura pela adoção é sempre menor do que a quantidade de novos animais que chegam, sobrecarregando os canis.

Então, o que podemos fazer para ajudar?

Adote! Se você já estiver com a ideia de cuidar de um animal de estimação (e já pensou bem sobre todas as responsabilidades e compromissos), dê preferência à adoção, sempre! São muitos cãezinhos e gatinhos procurando um lar, tem de todos os tipos, personalidades, tamanhos e cores. É só escolher (ou deixar que algum deles te escolha)! Certamente, você encontrará o bichinho que você tanto quer! Se você for daqui de Curitiba, dê uma fuçada na Cãopanheiro, que faz um ótimo trabalho aqui na região. ;)

Mas se, no momento, você não puder adotar, há outras formas de ajudar! Tem sim!

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O projeto Abraçando Patinhas é uma iniciativa linda do Rotaroots, em parceria com a marca de rações Max, que já garantiu a doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, a ONG que comentei ali em cima. :) Mas, você pode colaborar para que essa quantidade duplique e os bichinhos fiquem tranquilos de pancinha cheia por mais tempo! :) Para isso, contribua com a quantia de R$6 (o que são 6 reais né gente?) para adicionar 1,5KG de ração no total que será doado! (quanto maior o valor, mais kg de ração serão somados) Eu acabei de fazer a minha parte, mas juntos conseguimos fazer muito, muito mais! Quem está nessa também? \o/

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E você? Me conta sua história de amizade com seu amiguinho de 4 patas? Vou adorar ler!! :) Se você já fez sua contribuição no projeto, dê um oi ali nos comentários para eu ficar sabendo!

Não esqueça de compartilhar esse post nas suas redes sociais para fazer a mensagem chegar mais longe! ♥

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

Tá na hora de dar um jeito nessa parede

Eu, finalmente, tomei consciência de que eu preciso pendurar algumas coisas na parede. Essa parede branca aqui do meu lado não está ornando com meu potencial criativo diário! haha Eu tinha dado um jeitinho nela, um tempo atrás, lembra? Mas daí eu enjoei, arranquei tudo e mudei de novo. O problema é que ambas eram opções temporárias que não resolveram assim muita coisa. :/

Eu sempre tive um certo bloqueio em definir o que pendurar na parede. Na minha cabeça, é tipo tatuagem, que a gente tem que escolher direitinho para depois não se arrepender ou enjoar rápido demais. Mas, todos sabemos que não é pra tanto né?

Por isso, resolvi lutar contra esse perfeccionismo todo e colocar a mão na massa (ou melhor, tomar uma dose de inspiração no Pinterest haha). Aqui no meu quarto tem, pelo menos, duas paredes que tão implorando para que eu faça alguma coisa. A primeira é uma parede (branca) onde minha mesa de trabalho fica encostada e a outra é a parede (cinza/grafite) onde fica a cabeceira da minha cama. Vamos acompanhar que essa aventura vai longe! :)

Resolvi juntar algumas ideias de decoração para usar como referência na minha “gallery wall” particular (não sei se você concorda, mas acho que esse é o tipo de coisa que parece ser fácil e simples, só que tem tudo para dar errado! hahah então quanto mais referências, melhor né?!)

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crédito das imagens: Miss Poppy Design A Beautiful Mess My Fabuless Life Urban Outfitters Brit+Co

Olhando essas imagens, temos algumas ideias aproveitáveis:

01. Minha mesa de trabalho possui formato em “L” e, portanto, fica encostada em 2 paredes. Por isso, achei ótima essa ideia de utilizar a “esquina” das paredes, enchendo de quadros, como se não houvessem limites.

02. Como você bem sabe, estou tentando seguir a linha mais minimalista na decoração e acabei optando pelos tons de branco, preto, dourado e um pouquinho de vermelho. Acho que tentar reduzir a paleta de cores das imagens que compõem a galeria é algo super válido. A predominância de imagens em preto e branco dá certa elegância e, provavelmemte, irei seguir esse padrão. :)

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crédito das imagens: The Every Girl Design Claud

03. Mapas, mapas, mapas! ♥ Outro dia, encontrei um mapa perdido aqui em casa e fui logo colando na parede, ficou assim ó. O mapa era grande e ocupou certinho o espaço que fica em cima da cabeceira da cama. O problema é que o dito cujo ficava descolando da parede (tinha usado fita isolante, mas não foi suficiente) e aquilo me irritou TANTO que um dia eu fui lá, bem delicada, e arranquei da parede. Acabou rasgando e eu joguei no lixo. Mas meu amor pelos mapas não foi embora, não! Estou louca querendo arranjar outro, assim bem lindão, quem sabe, dourado igual o da montagem. Seria perfeito!

04. Falando em dourado… o que são essas molduras? Elas ficam super destacadas numa parede escura e acho que seria interessantíssimo tentar algo parecido na minha parede cinza! A minha não é tão escura quando à da montagem, mas acho que dá para seguir o mesmo raciocínio, né? Ou não.

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crédito das imagens: Bright Bold & Beautiful Hannah Blackmore

05. Outra coisa que eu gosto muito é a ideia de usar washi tape para colar as imagens (eu fico arrepiada só de pensar em furar um prego na parede haha). Porém, eu acho que tem que tomar cuidado ao optar por esse estilo. Tem que escolher bem as imagens e o tipo da fita (cor, estampa) para que o resultado não fique com uma aparência muito amadora ou juvenil. Acho que o ideal seja misturar molduras e fita adesiva, intercalando a sobriedade da primeira com a descontração da segunda.

Let’s go!

Fiquei bem animada para colocar em prática todas essas ideias e mais um pouco! Espero que a empolgação não vá embora tão cedo né! :)
Você tem alguma ideia, dica, palpite ou pitaco para me dar? Pode ir escrevendo ali nos comentários! Vamos conversar, pois quanto mais a gente troca, mais a gente aprende! ♥

Achei bonito #5: suculentas, Anthropologie, sorvete homemade e papel de parede mais lindo

Na série “Achei Bonito”, trago links, imagens, produtos que me encantaram nos últimos tempos para que você também se encante. Diferente do “5 links para ver neste domingo”, que traz indicações de conteúdos de outros blogs, a ideia aqui é o apelo visual, coisas bonitas que fizeram meus olhos brilharem. ♥

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01. Sou dessas que não pode ver suculentas no Pinterest que já sai guardando tudo na pastinha! A foto, aqui do post, me chamou a atenção mais pela “embalagem” do que pelas plantinhas, confesso! Mas achei a ideia muito boa e “copiável”. Tenho quase certeza que dá pra usar o mesmo raciocínio lá do porquinho, lembra? Taca tinta branca e depois faz os desenhos com caneta permanente. Lindo! ♥ – a foto não tinha os créditos, então se alguém souber a origem, me avisa tá!

02. Eu mudaria de país só para poder decorar minha casa com as bonitezas da Anthropologie! Alguém mais pensa assim? hahah Encontrei esses pratos maravilhosos, fui ver de onde eram, entrei no site da Anthropologie, resolvi dar uma fuçada pelas categorias e agora estou aqui em depressão. Moço, quero comprar a loja toda. Quanto fica?

03. Foi uma vida inteira de conformismo achando que era impossível fazer sorvete em casa (pelo menos, sem uma máquina de fazer sorvete). Daí começou a surgir uma receita aqui, uma receita ali, todas ~fáceis e cheias de fotos lindas. Pronto, preciso dizer que estou ansiosíssima querendo testar todas essas receitas? Cadê o verão, tá na hora já!

04. Coisa mais linda esse papel de parede, gente! Começando pela combinação ~ryca, poderosa e vitaminada entre o azul marinho e o dourado. Fico aqui imaginando quão lindo ficaria na minha parede, do ladinho do meu computador, combinando com meu abacaxi. ♥

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