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Caprichadinho

Lá no finalzinho de dezembro, recebi alguns presentes que me deixaram com o coração quentinho em ver tanto capricho e carinho! Antes que você pense errado, não, esse post não é publicidade, tá? Estou divulgando o trabalho da Solange porque eu realmente fiquei encantada com o apreço que ela tem em cada produto. A costura e acabamentos são super bem feitinhos, dá para ver a dedicação em cada detalhe, desde a escolha dos tecidos, da combinação de cores e materiais até o chaveirinho fofo que ela coloca no zíper.

Sabe aquele artesanato que tem alma de vó mas que não flerta com o kitsch? Aquele artesanato que nem parece artesanato de tão moderninho que ele é, mas que a gente sabe que tem todo o esmero e amor que só um trabalho manual pode oferecer.

Muito obrigada, Solange! <3

Esse cacto fez um sucessinho quando postei lá no meu Instagram e dá para entender o porquê né? No vaso dá para escrever algum recadinho como se fosse quadro-negro, uma graça! Também recebi um organizador de bolsa com estampa de cactos. Aliás, adorei esse cuidado da Solange em ter escolhido produtos que tinham a ver comigo, foi mesmo um presente!

A necessaire é toda charmosinha com esses mini-pompomzinhos e você reparou no “chaveirinho” com cabelo black power? Fiquei boba! Veio também um caderninho que tem um cacto bordado (bor-da-do!) na capa. E um marcador de páginas que é igualzinho o Pingo, o cachorrinho que só finge que não gosta de mim, mas no fundo gosta sim! haha







Você pode conferir o trabalho da Solange na loja online. :)

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A parede

É a terceira vez que mudo os quadros e tenho quase certeza que essa foi a versão que eu mais amei. Basicamente, eu reuni numa única parede todos os quadros que estavam espalhados pelo quarto e preenchi todo o espaço até lá em cimão (minha casa é antiga e tem o pé direito bem alto).

Desempacotei tudo que eu estava guardando.

Metade de mim tem aquele desejo de deixar tudo guardadinho, bonitinho e limpinho para aquele momento, o dia que eu, finalmente, terei a tão sonhada parede. Minha outra metade fica me lembrando e sussurrando inconvenientes do tipo “a vida é curta” (pode ser que quem fique sussurrando isso pra mim seja o quadro grandão da própria parede, não sei). Resolvi dar ouvidos ao racional e quem agradeceu foi o emocional.

Eu olho pra essa parede e vejo algum significado, por mais simples e bobo que seja. Talvez essa seja a grande diferença. As imagens me remetem à memórias, pessoas, conquistas. Acho que finalmente consegui (ou estou conseguindo) construir uma parede que me inspira de verdade, que me motiva a fazer mais, a ser uma pessoa melhor e evoluir.



a menina tomando café e a moldurinha do Friends foi presente do namorado. ele diz que a menina parece comigo e eu concordei. os dois são da adot.

sou obcecada por essa ilustração da mulher-morcego, cada vez que olho pra ela fico imaginando o que ela está pensando, o que falaria pra mim. sou louca? talvez. essa e as mãos segurando flores foram presentes da Mari e você pode apreciar seu trabalho aqui.

o buquêzinho da moldura branca era pra estar tatuado no meu braço mas, entre tantos desencontros, acabou emoldurado na parede.

o retrato ilustrado pela Malena era um sonho de muito tempo que foi realizado há pouco tempo. foi a primeira vez que eu achei que uma ilustração ficou realmente parecida comigo e em todos os sentidos.

o quadro de cactos foi presente da Lominha, no único amigo secreto virtual que deu certo.

o mini bastidorzinho e a cabeça de coelho são da casaquetem. mostrei eles com mais detalhes aqui e aqui.

o life is short permanece na parede desde sempre e continuará ainda por muito tempo.

os demais quadrinhos serão substituídos, assim que possível, por outras coisas mais significativas. aliás, aceito presentes, haha


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Tem alguém aí?

Percebi que quanto mais tempo eu me ausento daqui, mais difícil é a volta.

Semana passada, no meu calendário mental, fazia só uns 15 dias que eu não aparecia por aqui. Até que resolvi dar uma olhadinha no blog, assim meio de canto de olho, e eis que, na verdade, já se passaram sessenta e oito dias, con-ta-di-nhos. MEU DEUS.

Também não sabia muito bem sobre o que escrever, primeiro eu tinha umas ideias de posts que adiei por tanto tempo, que achei que perderam o sentido. Mas eu sei que só perderam o sentido dentro da minha cabeça, porque se eu postasse essas coisas aqui, você nem iria achar estranho nem nada.

Por um tempo, fiquei pensando se não era o blog que já tinha perdido o sentido pra mim. Levei sessenta e oitos dias pensando e pensando e, no final das contas, não cheguei à conclusão alguma. A verdade é que é muito difícil desapegar de certas coisas.

Vez ou outra tenho recebido um email aqui, um comentário ali, uma mensagem lá. Todas cheias de gentileza e palavras de incentivo, vindo de pessoas que nem conheço (ou me conhecem) pessoalmente e fico achando isso tudo muito maluco. A internet tem dessas, às vezes, ela é incrível.

Juntei cada palavra bonita que recebi e transformei elas nesse texto sem pé nem cabeça, porém muito sincero. Acho que voltei, você ainda está aí? :)

ilustração por Malena Flores
Categorias: Pessoalidades

Dois ponto nove

É engraçado pensar que cheguei nos 29 anos. Aquela idade que a gente pensa que nunca vai chegar, aquela idade que eu pensava que já seria uma pessoa muito adulta, com casa própria, marido, filhos e cachorro. Até agora só tenho o cachorro, haha. É engraçado lembrar que quando eu era adolescente, eu tinha certeza que uma pessoa de vinte-e-tantos-quase-trinta era uma pessoa super adulta, que exibia em seu semblante todo o peso de ser, de fato, um adulto. Engraçado é perceber que ser adulto não quer dizer nada disso. Não quer dizer nada.

E agora, euzinha aqui com vinte-e-tantos-quase-trinta, olho pra dentro e vivo a incoerência de me sentir jovem e, ao mesmo tempo, de me achar velha, de meu-deus-socorro-já-tenho-29 mas também calma-você-ainda-tem-apenas-29.

Engraçado vai ser olhar pra trás, daqui uns 30 anos, e dar risada dessa bobagem toda, haha.

Feliz aniversário pra mim! :)

via shutterstock

Disney é aquela coisa né. Aquele sonho de infância que eu já tinha até me conformado que nunca se realizaria, mas aí você percebe que nunca é tarde e que um sonho nunca morre. É um lugar realmente incrível, mágico, onde você volta a ser criança e se permite ser criança. :)

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Disney’s All-Star Music Resort

Dentre todos os hotéis do complexo da Disney, optamos pelo mais barateza de todos, porque né, só precisávamos de uma cama limpinha e um chuveiro quentinho. E, claro, eu preferia gastar minhas doletas em sorvetinhos com formato de Mickey do que hotéis cheios de firulas, muito mais vantagem, certo? ;)

Lá, no check-in, tenho certeza que foi o lugar onde eu mais fui bem tratada na vida, a senhora que nos atendeu era um amorzinho de pessoa, sabe aquele tipo que faz você se sentir acolhida, abraçada, tranquila e feliz? Talvez eu seja meio carente? Não sei. Mas quem não gosta de ser recebido assim com tanta gentileza né? haha

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Cada bloco era temático num estilo de música, fiquei no setor “Country”, mas meu coração queria ter ficado na ala “Rock”, que era todo coloridinho em tons pastel, no estilo anos 50, todo bonitinho inho inho. ;)

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A única coisinha que eu não gostei muito nesse hotel foi a pracinha de alimentação. Achei que o atendimento ali não correspondia ao nível de qualidade Disney, a gente fica mal acostumado. As opções de refeições eram bem limitadas, as comidas não eram apetitosas e os atendentes um tanto quanto mal humorados. Só faltou o bandejão para eu me sentir no refeitório de Orange is the new black, só pra você ter uma ideia. hahah E sabe aquele famoso waffle do Mickey? Só serviu mesmo para eu tirar foto, porque eu comi empurrando e chorando de desgosto. ~sinceridades~

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Disney Springs

Depois que fizemos check-in no hotel, aproveitamos o dia para conhecer o Disney Springs. Mesmo tendo pesquisado antes, eu não tinha a menor noção do que realmente era esse lugar. Juro que eu achava que era um mini centrinho comercial com meia dúzia de lojas, uns 3 restaurantes e só. Quase caí pra trás quando cheguei lá. O lugar é gigante, com muitas lojas, muitos restaurantes, muita gente, muita coisa legal para fuçar. Tanto é, que chegamos às 13h e saímos de lá às 20h, com dor nas pernas mas querendo ficar mais. hahha

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Lá tem a maior loja da Disney do mundo (World of Disney) que é realmente gigante, onde tudo é super faturado e onde “desperdicei” uns 50 dólares em coisinhas inúteis.

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Foi lá também que eu quase surtei com as cerâmicas (e todas as coisas de cozinha) da Anthropologie. Foi lá que eu comprei o óculos mais lindo na Free People por apenas 25 obamas. Foi lá onde eu conheci uma loja chamada SuperDry e comprei o moletom mais-lindo-de-todos-os-tempos e onde eu encontrei uma moça que ficou enlouquecida com meu porta-moedas de Kirby (achei a situação muito fofa! haha).

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Também foi lá onde eu vi uma loja gigante da Coca-Cola e achei tudo muito bizarro. Quem é que compra uma ~brusinha~ com o logotipo da Coca estampado? Sei lá né, isso é coisa que deveria ser dado de brinde, eu heim. E foi lá onde eu entrei na loja mais barulhenta de todos os tempos, me senti uma velha, dei meia volta e saí: a loja da Lego.

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Magic Kingdom

Chegamos antes do parque abrir e ficamos esperando nessa área da segunda foto aqui embaixo. Nessa espera, a gente começa a pensar e vai dando uma sensação boa de saber que finalmente eu estava na Disney, naquela mesma Disney que eu tanto sonhei quando era criança. E a ficha só cai, de fato, quando você vê o castelo da Cinderela ali, bem de pertinho, na sua frente.

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O parque é enorme, muito maior do que eu imaginava. Muito mais bonito e encantador do que eu esperava. O cuidado que eles tem em proporcionar uma ótima experiência para o visitante é impressionante. Dá para ver que eles pensam em tudo, em cada detalhe dos cenários, a ambientação, a música. É realmente muito legal!

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O Pateta foi o personagem mais simpático, fiquei encantada! E desculpa aí, mas a Minnie elogiou meu delineado tá, querida? hahah Também tirei foto com o Mickey, o Pato Donald e com a Margarida (bem safadinha, por sinal, até roubou uma bitoquinha do boy magia hahah). Dá para perceber o nível de maturidade da pessoa aqui (ou a falta dela hahah), quando eu nem me importei com o fato de ser a única adulta que não estava acompanhando alguma criança na fila para tirar foto com os personagens. hahaha

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No final, eu mal aguentava andar de tanta dor nas pernas, mas foi uma experiência linda e especial. Depois de assistir o show de encerramento, a gente fica com aquela sensação de missão cumprida e, ao mesmo tempo, já começa a dar uma saudadezinha! Hoje eu entendo o porquê desse parque atrair tantos visitantes e todo o sucesso que ele conquistou. É mais do que merecido! :)

Caso você esteja pensando em viajar para lá, recomendo muito o blog Vai Pra Disney, que é super completo e me ajudou MUITO a planejar minha viagem e passeios pelos parques! ;)

Esse foi o último post sobre a viagem, tá? Em breve, voltaremos com a programação normal! haha :)